Conheça o B.Luxo Vintage – Brechó de Luxo em São Paulo

Há cerca de seis anos, Paula Reboredo e seu marido, Gil Franca, já tinham uma uma coleção bem grande de peças vintage. Começaram a vender, em seu próprio apartamento, peças de decoração e roupas antigas para os amigos. A partir daí começava o brechó B. Luxo, de uma espécie de garage sale feita por eles.

Do lar para uma galeria, a loja ganhou espaço fixo e clientes fiéis, interessados em moda datada e relíquias de segunda mão. Agora situado na sofisticada região dos Jardins, o brechó B.Luxo Vintage, ou B. Luxo, como é popularmente conhecido em São Paulo, é mesmo um dos mais queridinhos pelo público vintage. Inaugurada no atual endereço em 2007, a loja de roupas usadas se tornou referência em todo país.

Além de vestidos, camisetas, saias, jaquetas, coletes, maiôs e demais artigos de vestuário, o brechó oferece ainda acessórios como óculos, bolsas, cintos, botas, sapatilhas e gravatas. E não para por aí: é possível encontrar até vídeogames e máquinas fotográficas antigas.

As peças vendidas são de marcas conhecidas e superselecionadas, fazendo juz ao nome do local. O preço médio dos vestidos, por exemplo, é R$70, enquanto camisetas e blusas custam em torno de R$50.  Para os fãs da moda dos anos 70 e 80 e também para os mais extravagantes, o B. Luxo Vintage é uma excelente opção de compras.

Juntamente com a abertura do negócio, os dois lançaram o blog de street style FreakStyle, onde publicam fotos de gente vestida com looks super modernos, e também uma festa bimestral com o nome do blog, na qual discotecam hits de todos os tempo.

Sempre com a curadoria afinada de Paula e Gil, os artigos encontrados no brechó são comprados em qualquer canto do mundo. De Berlim, passando por Paris e Nova Iorque, até a Ásia, os sócios escolhem as peças como se fossem pra eles mesmos. Não à toa, a loja é uma extensão do estilo de vida deles, que têm no vintage sua maior identidade.

Para Paula “O mercado de brechós é novo no Brasil. Existe muito preconceito ainda. As pessoas não entenderam ainda que o terno usado não é ruim. Que ele pode ter qualidade, modelagem e história. Sem falar do preço que é bem mais em conta. Mas estamos tentando mudar o pensamento dos nossos clientes e acredito que estamos conseguindo”.

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